{"id":311,"date":"2019-05-03T10:27:08","date_gmt":"2019-05-03T13:27:08","guid":{"rendered":"https:\/\/guiadepetropolis.com.br\/petropolis\/?page_id=311"},"modified":"2019-05-03T10:27:08","modified_gmt":"2019-05-03T13:27:08","slug":"casa-da-educacao-visconde-de-maua","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/guiadepetropolis.com.br\/petropolis\/casa-da-educacao-visconde-de-maua\/","title":{"rendered":"Casa da Educa\u00e7\u00e3o Visconde de Mau\u00e1"},"content":{"rendered":"<div id=\"guiad-4215871590\" class=\"guiad-antes-do-conteudo_3 guiad-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-1045376883326522\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-1045376883326522\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"autorelaxed\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div><br style=\"clear: both; display: block; float: none;\"\/><div id=\"guiad-640207650\" class=\"guiad-antes-do-conteudo_2 guiad-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-1045376883326522\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-1045376883326522\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"autorelaxed\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div><br style=\"clear: both; display: block; float: none;\"\/><div class=\"guiad-antes-do-conteudo guiad-entity-placement\" id=\"guiad-1660395867\"><div id=\"guiad-3176539151\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-1045376883326522\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:inline-block;width:0px;height:0px;\" \ndata-ad-client=\"ca-pub-1045376883326522\" \ndata-ad-slot=\"4356771855\"><\/ins> \n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div><\/div><p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-234 size-full\" src=\"https:\/\/guiadepetropolis.com.br\/petropolis\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maua01.jpg\" alt=\"Casa da Educa\u00e7\u00e3o Visconde de Mau\u00e1\" width=\"996\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/guiadepetropolis.com.br\/petropolis\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maua01.jpg 996w, https:\/\/guiadepetropolis.com.br\/petropolis\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maua01-300x181.jpg 300w, https:\/\/guiadepetropolis.com.br\/petropolis\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maua01-768x463.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 996px) 100vw, 996px\" \/><\/p>\n<div class=\"su-note\"  style=\"border-color:#dfdfdf;border-radius:3px;-moz-border-radius:3px;-webkit-border-radius:3px;\"><div class=\"su-note-inner su-u-clearfix su-u-trim\" style=\"background-color:#f9f9f9;border-color:#ffffff;color:#333333;border-radius:3px;-moz-border-radius:3px;-webkit-border-radius:3px;\">\n<p><strong>Visitas<\/strong>: Seg a Qui de 09h \u00e0s 17h e \u00e0s Sex, de 08h \u00e0s 17h.<br \/>\n<strong>Telefone<\/strong>: (24) 2246-8677<br \/>\n<strong>Endere\u00e7o: <\/strong><a href=\"https:\/\/goo.gl\/maps\/3TEmPLAHwWGFJ7ev7\">Av. Bar\u00e3o do Rio Branco, 3<\/a><br \/>\n<strong>Ingresso<\/strong>: Agendar visita\u00e7\u00e3o<br \/>\n<strong>Site:\u00a0<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/Casa-Da-Educa%C3%A7%C3%A3o-Visconde-De-Mau%C3%A1\/841035949273403\">https:\/\/www.facebook.com\/pages\/<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Pre\u00e7os e hor\u00e1rios podem sofrer atualiza\u00e7\u00f5es. Recomendamos confirmar com a atra\u00e7\u00e3o ou no<a href=\"http:\/\/www.petropolis.rj.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> site da Prefeitura de Petr\u00f3polis<\/a>.<\/em><\/p>\n<\/div><\/div>\n<hr \/>\n<p><strong>Informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas<\/strong>: &#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Irineo Evangelista de Souza,O Empreendedor do Imp\u00e9rio, mais conhecido pelos t\u00edtulos de nobreza de Bar\u00e3o e Visconde de Mau\u00e1, representou na hist\u00f3ria do segundo reinado, important\u00edssimo papel como homem de excepcional vis\u00e3o nos setores comercial e industrial do Brasil.<\/p>\n<p>Irineo Evangelista de Souza nasceu em Arroio Grande, munic\u00edpio de Jaguar\u00e3o-RS, em 28 de dezembro de 1813. \u00d3rf\u00e3o de pai, viajou para o Rio de Janeiro-RJ em companhia de um tio, capit\u00e3o da marinha mercante. Aos 11 anos empregou-se como balconista de uma loja de tecidos. Em 1830 passou a trabalhar na firma importadora de Ricardo Carruthers, que lhe ensinou ingl\u00eas, contabilidade e a arte de comerciar. Aos 23 anos tornou-se gerente e logo depois s\u00f3cio da firma.<\/p>\n<p>Em 1839, Irineo voltou ao sul para buscar sua m\u00e3e, irm\u00e3 e sobrinha, Maria Joaquina de Souza Machado, com quem se casou dois anos depois, ela com 15 anos, tiveram 18 filhos dos quais sobreviveram 10.<\/p>\n<p>A viagem que fez \u00e0 Inglaterra em busca de recursos, em 1840, convenceu-o de que o Brasil deveria caminhar para a industrializa\u00e7\u00e3o. Alguns anos mais tarde, inspirado no que havia visto, decidiu liquidar seu estabelecimento comercial e comprar uma fundi\u00e7\u00e3o localizada na Ponta da Areia, em Niter\u00f3i, onde funcionava tamb\u00e9m um pequeno estaleiro. Justificando essa aquisi\u00e7\u00e3o, disse: \u201c A ind\u00fastria que manipula o ferro, sendo m\u00e3e de todas as outras, me parecia o alicerce da aspira\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Em 1845 Irineo tomou a frente do ousado empreendimento de construir os estaleiros da Companhia Ponta da Areia, com que iniciou a ind\u00fastria naval brasileira. L\u00e1 tamb\u00e9m fabricaram-se os encanamentos destinados aos rios Maracan\u00e3 e Andara\u00ed Grande e os lampi\u00f5es de ferro destinados \u00e0 ilumina\u00e7\u00e3o a g\u00e1s na cidade do Rio de Janeiro. No estaleiro, durante a administra\u00e7\u00e3o de Irineo, foram fabricados 72 navios, dos quais muitos tiveram participa\u00e7\u00e3o ativa nas guerras platinas.<\/p>\n<p>Como banqueiro iniciou sua atividades em 1851, quando fundou, na cidade do Rio de Janeiro, o Banco do Brasil. No entanto, ao perceber que a organiza\u00e7\u00e3o fugia dos objetivos para os quais fora criada, isto \u00e9, servir a na\u00e7\u00e3o, Irineo recusou o cargo de diretor e tratou de fundar seu pr\u00f3prio estabelecimento \u2013 a Casa Mau\u00e1 Mac Gregor &amp; Cia, que come\u00e7ou a operar em 1854 com grande acolhida do com\u00e9rcio. Nesta \u00e9poca, Irineo era o maior empres\u00e1rio e um dos maiores financistas do Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>Em 1852, Irineo negociou com o governo imperial a concess\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o da primeira estrada de ferro do Brasil.<\/p>\n<p>A inaugura\u00e7\u00e3o oficial da E.F. Mau\u00e1 se deu em 30 de abril de 1854. Sua denomina\u00e7\u00e3o partiu de D. Pedro II, mas na verdade seu nome oficial era Imperial Companhia de Navega\u00e7\u00e3o a Vapor e Estrada de Ferro Petr\u00f3polis. Tinha uma extens\u00e3o de 14,5 km, e seu trecho inicialmente era compreendido entre a Praia da Estrela e Fragoso, no Estado do Rio de Janeiro. Em 16 de dezembro de 1856, finalmente a ponta dos trilhos chegava \u00e0 Raiz da Serra, ficando assim a ferrovia com 15,19 km.<\/p>\n<p>Em virtude desse empreendimento, Irineo Evangelista de Souza foi agraciado com o t\u00edtulo nobili\u00e1rquico de Bar\u00e3o de Mau\u00e1, por ser Mau\u00e1 o nome do antigo Porto da Estrela, que ficava ao lado do terminal da ferrovia.<\/p>\n<p>Outros feitos importantes de Mau\u00e1 foram: a incorpora\u00e7\u00e3o da Cia de Navega\u00e7\u00e3o e Com\u00e9rcio do Amazonas, mediante Decreto de 1852, que lhe concedeu o privil\u00e9gio exclusivo de 30 anos para explorar a navega\u00e7\u00e3o naquele rio; a constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Santos \u2013 Jundia\u00ed, mais tarde chamada S\u00e3o Paulo Railway. Esta empresa foi um dos grandes motivos de sua fal\u00eancia, por n\u00e3o ter sido reembolsado na quantia que havia emprestado.<\/p>\n<p>Em 1872 explorou o servi\u00e7o de tel\u00e9grafo entre Brasil e Portugal, recebendo o t\u00edtulo de Visconde de Mau\u00e1.<\/p>\n<p>Em 1875, o Visconde tentou junto ao Banco do Brasil um empr\u00e9stimo para saldar suas d\u00edvidas, por\u00e9m s\u00f3 conseguiu uma morat\u00f3ria de 3 anos. Come\u00e7a a enfrentar dificuldades financeiras e em 1878 decreta fal\u00eancia. Em 1884 consegue a sua reabilita\u00e7\u00e3o comercial, ap\u00f3s pagar as d\u00edvidas.<\/p>\n<p>Mau\u00e1 morrera a 21 de outubro de 1889, aos 75 anos, de diabetes, menos de um m\u00eas antes da queda do Imp\u00e9rio para cujo desenvolvimento, no terreno dos transportes, tanto havia trabalhado e sofrido. Seus despojos mortais foram levados de Petr\u00f3polis para o Rio de Janeiro e assim, &#8220;na sua \u00faltima viagem, num trem da The Rio de Janeiro &amp; Nortern Railway, o corpo do Visconde de Mau\u00e1 atravessa, frio e inerte, a estrada de ferro \u00e0 qual, nos ardentes dias de entusiasmo industrial, ele dera a vida&#8221;. Foi enterrado no cemit\u00e9rio da Ordem Terceira dos M\u00ednimos de S\u00e3o Francisco, no Catumbi.<\/p>\n<p>Apesar da insufici\u00eancia de recursos e incompreens\u00e3o dos homens, Mau\u00e1 deixou aos brasileiros um forte exemplo de determina\u00e7\u00e3o, de esp\u00edrito empreendedor e de confian\u00e7a em nosso pa\u00eds.&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p>Casa do Bar\u00e3o de Mau\u00e1:<\/p>\n<p>No princ\u00edpio da Av. Bar\u00e3o do Rio Branco, esquina da Rua Piabanha, bem em frente \u00e0 Pra\u00e7a da Conflu\u00eancia est\u00e1 situado o palacete que pertenceu ao Bar\u00e3o de Mau\u00e1.<\/p>\n<p>O terreno pertencia ao colono Felipe Erbis I, natural da Alemanha.<\/p>\n<p>Em 1848, parte de sua propriedade, com testada para o Quarteir\u00e3o de Nassau (atual av. Piabanha), foi vendida para Jean Baptiste Binot. A outra parte voltada para Westph\u00e1lia (atual Av. Rio Branco) foi adquirida em 1852 por Irineo Evangelista de Souza- futuro Bar\u00e3o de Mau\u00e1 . De abril deste ano a mar\u00e7o de 1854 foi constru\u00edda sua casa, usada por ele como resid\u00eancia de ver\u00e3o, desenhada pelo engenheiro Otto Reimarus e intitulada \u201cresid\u00eancia de Mau\u00e1\u201d, a \u00fanica que mandou construir, apesar de possuir outros im\u00f3veis. Neste per\u00edodo vinha a Petr\u00f3polis para acompanhar a constru\u00e7\u00e3o da primeira estrada de ferro do Brasil<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XIX, em mat\u00e9ria de arquitetura, o Brasil ocupou uma posi\u00e7\u00e3o de vanguarda. Arquitetos brasileiros foram chamados para desenhar grandes obras em outros pa\u00edses<\/p>\n<p>A vinda da fam\u00edlia real de Portugal para o Brasil, no in\u00edcio do mesmo s\u00e9culo, introduziu uma mudan\u00e7a sens\u00edvel nos usos e costumes da vida da col\u00f4nia. A vinda de uma miss\u00e3o composta por pintores, escultores e arquitetos franceses, no ano de 1816, determinou uma nova altera\u00e7\u00e3o nos rumos da arquitetura brasileira. A partir de ent\u00e3o, todas as constru\u00e7\u00f5es locais deveriam observar rigorosamente os padr\u00f5es vigentes na Fran\u00e7a, considerado o maior centro da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental.<\/p>\n<p>O estilo neocl\u00e1ssico veio romper a linha cont\u00ednua da influ\u00eancia portuguesa sobre a arquitetura colonial, estimulando a melhoria das t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o e ado\u00e7\u00e3o de materiais adequados aos diversos tipos de obras.<\/p>\n<p>O palacete de Mau\u00e1 seguiu o estilo da \u00e9poca. At\u00e9 hoje conserva suas linhas neocl\u00e1ssicas, s\u00f3brias, com seus telhados escondidos por beiras de alvenaria, janelas e portas no mesmo estilo usado na \u00e9poca do II Imp\u00e9rio. Encrustado em meio \u00e0 densa floresta tem \u00e0 sua volta belo jardim gramado, com algumas esp\u00e9cies de raras palmeiras e \u00e1rvores frut\u00edferas. A propriedade \u00e9 toda murada de alvenaria e grad\u00eds de ferro, vindos do estaleiro do pr\u00f3prio Mau\u00e1.<\/p>\n<p>O pr\u00e9dio acabou sendo empregado no pagamento de parte da d\u00edvida dos credores, quando da fal\u00eancia de Mau\u00e1 em 1878.<\/p>\n<p>Devido a estes problemas financeiros, a casa de Petr\u00f3polis foi vendida ao Sr. Alberto de Faria, sogro do pensador cat\u00f3lico, Alceu de Amoroso Lima, o Trist\u00e3o de Athayde, que passou longas temporadas na resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1950\/60, Vin\u00edcius de Moraes, na ocasi\u00e3o casado com a Sra. Lucinha Proen\u00e7a, descendente de Alberto de Faria, tamb\u00e9m veraneou no antigo palacete de Mau\u00e1. A\u00ed comp\u00f4s \u201cPobre Menina Rica\u201d em parceria com Carlos Lira, como tamb\u00e9m \u201cApelo\u201d.<\/p>\n<p>As depend\u00eancias do pal\u00e1cio s\u00e3o claras, espa\u00e7osas, arejadas, com uma linda vista para a mata, e da sua sala principal, de entrada, descortina-se as montanhas do Caxambu e Morin, al\u00e9m de se ter uma bela vis\u00e3o da torre da Catedral. Nesse mesmo sal\u00e3o, encontra-se uma mesa que tem sobre seu tampo uma pintura sobre porcelana representando Luiz XVI cercado de damas de c\u00f4rte, poltronas e cadeiras, adquiridas num castelo franc\u00eas \u2013m\u00f3veis do s\u00e9culo XVIII. A casa sofreu v\u00e1rias reformas. Seus tetos pintados a \u00f3leo se perderam e foram substitu\u00eddos por madeiras de lei. Os banheiros tem pias inglesas.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"https:\/\/guiadepetropolis.com.br\/petropolis\/contato\/\">Mais informa\u00e7\u00f5es? 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